quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Mostra de Fotografia

As fotos deverão ser entregues no DA até o dia 11 (quinta-feira).

A ampliação deverá ser feita na Fuji Fotos na rua São João.
Não deixe de apresentar o cartão de desconto!

As fotos deverão estar no tamanho 20x25! Não se esqueçam
!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

MINI-CURSO

MINI – CURSO
TÍTULO: Conservação de cetáceos
Professor: Artur Andriolo
SINOPSE:
Quem são os cetáceos? O curso irá introduzir o grupo e propor debate sobre a caça de baleias, estimativas de população e estudos de comportamento com o objetivo de esclarecer e subsidiar discussões para a conservação.


Carga horária: 12 horas

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Inscrições da SEMBIO 2007

A partir de 01 de outubro no DACBIO
das 10h as 17h
Preferencialmente na hora do almoço ( a partir de 12h)
Estudante : 25 reais
Profissional: 30 reais
Escolha seu mini-curso e corra... as vagas são limitadas!

Entrega de resumos prorrogada até sexta-feira

O prazo para a entrega dos resumos da mostra científca da semana de biologia foi prorrogado até esta sexta-feira (28 de setembro).
Nao se esqueçam....

Mini-curso Utilização de amostras não-invasivas em estudos genéticos de animais

Este curso tem como objetivo mostrar os diferentes tipos de amostragens não-invasivas em animais terrestres e marinhos, mostrando suas vantagens e desvantagens e metodologias moleculares associadas: Métodos de coleta de amostras não-invasivas; técnicas de extração de DNA mais eficientes para este tipo de amostra; regiões genômicas mais adequadas para este tipo de estudo; metodologias de obtenção de marcadores moleculares adequados para este tipo de amostras; amplificação por PCR (reação em cadeia da polimerase); metodologias de separação e análise de fragmentos; vantagens e desvantagens da amostragem não-invasivas.

Laura Weber

Mini-curso ANATOMIA VEGETAL ECOLÓGICA

: Dentre os fatores ambientais, o estresse hídrico é um dos fenômenos que mais comumente afeta as plantas, podendo ser causado pela baixa retenção de água no solo, pela falta de precipitação ou, secundariamente, pelo excesso de calor ou transpiração das plantas. Qualquer planta que está hábil a sobreviver e reproduzir em um ambiente está adaptado, em algum nível àquele ambiente. Adaptações são hereditárias, e deste modo, são resultado de mudanças evolutivas que podem estar relacionadas com modificações na morfologia externa, mudanças histológicas em tecidos e células, ou especializações fisiológicas. As variações na estrutura das plantas, que são comumente afetadas por fatores ambientais, são particularmente bem expressadas na morfologia e anatomia das folhas. De fato, em uma planta, a folha é o órgão vegetativo que apresenta maior variação estrutural, e as variações em seus caracteres estruturais têm sido interpretadas como adaptações a condições ambientais Adaptações podem ser especializadas num subsistema de características dentro de um ambiente heterogêneo, ou podem ser generalizadas se elas representam especializações para uma ampla gama de características ambientais. Adaptações permitem as plantas a sobreviverem em condições extremas de sol e sombra, frio ou calor, umidade ou seca, e a deficiências minerais do solo. Algumas plantas exibem um quite óbvio de adaptações, as quais auxiliam a manter a espécie em um habitat adverso particular. Outras adaptações são menos óbvias, semelhante àquelas envolvendo diversidade na estrutura da parede e na forma celular, e que somente podem ser examinadas através de microscopia especial.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Mini-curso: Corredores Ecológicos como estratégia para a conservação do meio ambiente.

O Brasil é um dos países com maior biodiversidade do planeta: quase um terço das florestas tropicais remanescentes do mundo estão em seu território, e elas são reconhecidas como um dos mais importantes repositórios da diversidade biológica global. Entretanto, por diversos fatores, essas áreas vêm sendo rapidamente convertidas para outros fins. Grandes extensões de ecossistemas naturais são necessárias para a manutenção da biodiversidade e de importantes processos ecológicos evolutivos. As unidades de conservação geralmente são muito pequenas e isoladas; muito comumente, também, os habitas remanescentes não protegidos encontram-se fragmentados e sob forte pressão e ameaça. Para enfrentar esses desafios, conservacionistas vêm desenvolvendo o conceito de corredor ecológico uma nova escala de conservação da biodiversidade ou corredor de biodiversidade. Esta apresentação busca relatar as experiências em planejamento e implementação de corredores ecológicos. O objetivo é conciliar a conservação dos recursos naturais com alternativas econômicas para as populações locais. Sendo assim, apresento alguns dos resultados obtidos, ao longo dos 4 anos de execução do Projeto Corredores Ecológicos, como contribuição fundamental aos técnicos, estudantes e ao público em geral para a compreensão de Corredores e de Conservação da Biodiversidade.
O tema será também debatido em palestra durante a semana!